Ato contra pedágio lança ideia de avenida de Toledo a Cascavel

por Paulo Torres publicado 17/02/2021 11h55, última modificação 25/02/2021 11h51
Lideranças de Toledo, Cascavel e de toda a região participaram em Sede Alvorada na quarta-feira, dia 17, de ato público contra o pedágio no trecho. O presidente da Câmara de Toledo, Leoclides Bisognin, participou com dez vereadores e defendeu que o trecho é uma avenida ligando os dois municípios e eles devem oficializar isto e assim afastar o pedágio. “Precisamos apresentar projetos na Câmara de Toledo e na Câmara de Cascavel criando a Avenida da Integração Toledo-Cascavel e aí não terá pedágio”, defendeu Bisognin. Também participou do evento o prefeito Beto Lunitti, o presidente da Câmara de Cascavel, Alécio Espínola, além dos vereadores Gabriel Baierle, Pedro Varela, Marcelo Marques, Elton Welter, Genivaldo Paes, Jozimar Polasso, Geraldo Weisheimer, Professor Oséias, Beto Scain e Valdomiro Bozó, entre outros.
Ato contra pedágio lança ideia de avenida de Toledo a Cascavel

Presidentes da Câmara de Toledo e Cascavel, prefeito Beto Lunitti, autoridades e lideranças da região participaram do ato em Sede Alvorada

 

 

IMG_9874a.JPGLideranças de Toledo, Cascavel e de toda a região participaram em Sede Alvorada na manhã de quarta-feira, dia 17 de fevereiro, de ato público contra a implantação de pedágio no trecho. O presidente da Câmara de Toledo Leoclides Bisognin, participou ao lado de vários vereadores e defendeu que o trecho é uma avenida ligando as duas cidades e os dois municípios devem oficializar isto e assim afastar o pedágio. “Precisamos apresentar projetos na Câmara de Toledo e na Câmara de Cascavel criando a Avenida da Integração Toledo-Cascavel e aí não terá pedágio”, defendeu Leoclides Bisognin. Também participou do evento o prefeito de Toledo, Beto Lunitti, o presidente da Câmara de Cascavel, Alécio Espínola, além dos vereadores vereadores Gabriel Baierle, Pedro Varela, Marcelo Marques, Elton Welter, Genivaldo Paes, Jozimar Polasso, Geraldo Weisheimer, Professor Oséias, Beto Scain e Valdomiro Bozó. Também participaram a presidente da Câmara de Quatro Pontes, Cleunice Majolo, o vereador Cidão da Copel, de Cascavel, entre outros vereadores e líderes de entidades e lideranças empresariais e políticas de toda a região.

Bisognin discursou defendendo o agronegócio regional, apontando que a agropecuária do Oeste do Paraná não pode ser penalizada. O presidente da Câmara de Toledo disse que o PIB da agropecuária do Oeste proporcionalmente deve ser o maior do planeta, pela diversificação e produção, mas sustenta um pedágio que é um roubo. “Duvido que tenha um lugar na Terra que produza tanta riqueza e seja tão penalizado quanto o Oeste do Paraná”, afirmou o presidente da Câmara de Toledo, apontando que o pedágio virou um roubo de 27 anos e que se realiza a cada praça de pedágio, pois juridicamente está tudo bem e por isto continua.

O presidente da Câmara de Cascavel, Alécio Espínola, destacou o protesto pacífico e ordeiro e que traz uma profunda reflexão, pois mostra o quanto é importante a relação entre Cascavel e Toledo. “Somos dependentes um do outro”, disse o presidente da Câmara de Cascavel. Espínola destacou que tem em Cascavel colegas gerentes de empresas que têm sua vida em Toledo, destacando as buzinadas de apoio ao protesto, feito sem atrapalhar os que estão ganhando a vida no trecho da BR 467, destacando ainda que o prefeito Paranhos e o governador Ratinho Júnior já falaram com o presidente Bolsonaro contra o pedágio entre Toledo e Cascavel.

O presidente do Sindicato Rural de Cascavel, Paulo Orso, elogiou a ideia da avenida entre Cascavel e Toledo e disse que são dois grandes municípios que podem não sê-lo no tamanho, mas são na importância. Ele lembrou que há quase 30 anos era um jovem com brilho nos olhos e que se encheu de esperança com o projeto do chamado Anel de Integração, dirigindo-se aos jovens presidentes de entidades presentes para dizer que não quer vê-los sem esse brilho daqui 30 anos pelo pedágio e apontando que “estamos isolados há mais de 25 anos”, pois um caminhoneiro autônomo perde um caminhão no pedágio a cada 5 anos.

Veja vídeo do ato da frente de vereadores em Sede Alvorada no dia 17

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