Associação fala na Câmara do Dia do Agrônomo e destaca seu papel

por Paulo Torres publicado 10/10/2017 14h40, última modificação 10/10/2017 14h45
A sessão da Câmara de Toledo na segunda-feira, dia 9, teve espaço aberto à Associação dos Engenheiros Agrônomos de Toledo para falar do Dia do Agrônomo, comemorado em 12 de outubro. Nesta data, em 1933, o então presidente Getúlio Vargas regulamentou a profissão e definiu suas atribuições, conforme informou aos vereadores em manifestação na tribuna antes da sessão ordinária o presidente da entidade, Ricardo Palma, destacando ter sido esta a primeira profissão de nível superior reconhecida no país.
Associação fala na Câmara do Dia do Agrônomo e destaca seu papel

Profissionais agrônomos e estudantes com os vereadores e o vice-prefeito Tita Furlan durante a sessão de segunda-feira

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A sessão da Câmara de Toledo na segunda-feira, dia 9, teve espaço aberto pelo presidente Renato Reimann à Associação dos Engenheiros Agrônomos de Toledo para falar do Dia do Agrônomo, comemorado em 12 de outubro. Nesta data, em 1933, o então presidente Getúlio Vargas regulamentou a profissão e definiu suas atribuições, conforme informou aos vereadores em manifestação na tribuna antes da sessão ordinária o presidente da entidade, Ricardo Palma, destacando ter sido esta a primeira profissão de nível superior reconhecida no país. A participação de Palma foi acompanhada por diversos agrônomos de Toledo e região, de empresas, órgãos públicos e de universidades e também estudantes de Engenharia Agronômica de Toledo.

Os formandos em Agronomia foram os primeiros no Brasil, em sua era republicana, a serem chamados doutores, período em que inexistiam os atuais títulos de pós-graduações”, assinalou Ricardo Palma. Ele destacou que o decreto de Getúlio Vargas foi um marco histórico para a profissão e destacou a sua importância para a economia e o agronegócio brasileiros e do Paraná, mas registrou também que nos últimos anos a classe "não vem obtendo a merecida remuneração pelo desempenho em suas atividades."

O engenheiro agrônomo faz parte da história do Paraná e ajudou com seus projetos e execução de obras a alavancar o PIB do agronegócio” estadual, que atualmente é de R$ 110 bilhões, equivalendo a 30% do PIB geral do Paraná.

Organizados na Federação dos Engenheiros Agrônomos há 70 anos, os profissionais paranaenses atendem 9 milhões de hectares de lavouras do Paraná, num território total de 20 milhões de hectares, além de 5 milhões de hectares de pastagens e 1,2 milhão de hectares de florestas plantadas. O Paraná possui ainda 2.459 empresas de agronomia registradas no CREA/PR-Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, 14 mil engenheiro agrônomos registrados e 43 escolas de graduação em Agronomia/Engenharia Agronômica, destacou Ricardo Palma.

Na oportunidade queremos dizer à sociedade paranaense e toledana que estamos à disposição enquanto associações organizadas de engenheiros agrônomos para contribuir com projetos agronômicos que permitem o incremento da produção de alimentos com qualidade e melhorando o ambiente em que moramos e vivemos”, afirmou na sessão da Câmara Municipal o engenheiro agrônomo Ricardo Antonio Palma, presidente da Associação dos Agrônomos de Toledo.

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